quarta-feira, 22 de junho de 2011

NOTICIA

Congresso Regional dos Petroleiros do Ceará/Piauí


DIA 01 DE JULHO DE 2011 - 15h00 -  AUDIÊNCIA PÚBLICA CONJUNTA: CAMARAS MUNICIPAIS DE ARACATI E ICAPUÍ -  ABERTURA DO 26º CONGRESSO REGIONAL DOS PETROLEIROS-CE/PI


 
N
os dia 02 de julho será realizado na sede do SINDIPETRO-CE/PI o XXVI Congresso dos Petroleiros dos estados do Ceará e Piauí, com o tema: A Valorização do Trabalhador. A abertura acontecerá em Aracati, no dia 01/07. Será uma grande oportunidade para entrar em debater aspectos gerais e específicos da nossa categoria, como por exemplo: Mudanças na legislação do petróleo, O Plano de Negócios da Petrobrás e sua ordem de investimentos nas diversas regiões do país, em especial no Nordeste e no Ceará. Dentro desta realidade, debatermos como ficam as atividades na região. A real necessidade de se levar adiante os projetos de crescimento sem prejudicar a sustentabilidade socioambiental até os esforços para promover saudáveis reformas internas. Precisamos debater, na visão dos trabalhadores, as diversas alternativas construídas em cima dessa nova fronteira de oportunidades oriundas do inicio de um novo ciclo econômico para o nosso país. Os desafios do Pré-sal são reais, bem como a instalação da Refinaria Premium 2 no Ceará.
 A luta continua sendo em função do modelo empregado para que haja a participação do trabalhador neste processo. Precisamos intensificar as discussões sobre o papel das entidades sindicais em defesa dos nossos interesses de classe, verificar em que condições de trabalho serão geradas estas riquezas e o que o trabalhador vai usufruir de benefícios em função da participação nestes projetos. Organizarmos a luta em defesa da nossa soberania nacional e contra o entreguismo de alguns setores da sociedade e do meio empresarial e governamental, que sugerem a criação de incentivos à indústria de petróleo de pequeno e médio porte, como se isso fosse algo benéfico aos trabalhadores e a sociedade. As experiências nos revelam que estas estratégias visam flexibilizar relações de trabalho e operar instalações em condições extremamente precárias, sempre dentro de uma visão de lucrar o quanto mais para os mesmos grandes grupos detentores do capital internacional. 
 Debatermos questões especifica da nossa categoria, como por exemplo, as questões referentes à AMS, a RMNR, Aposentadoria Especial, as doenças ocupacionais, os efetivos de pessoal, os regimes de trabalho, dentre outros assuntos.
 É fundamental a participação de todos os trabalhadores. A história nos revela que é na união e na luta que se conquistam as grandes vitórias. Venha participar.

Inscrições abertas: Fone: (85)3238-6355 ou pelo e-mail:  imprensa@sindipetro-ce.org.br

FONTE: Radiopião 1015

quinta-feira, 21 de abril de 2011

SINDIPETRO PARTICIPA DE CONGRESSO INTERNACIONAL EM ATENAS

C
om a participação de 881 delegados representando 108 países, a Federação Sindical Mundial (FSM) realizou o seu 16º Congresso Mundial de Trabalhadores, entre os dias 6 e 10 de abril na cidade Atenas, capital da Grécia. Sob a diretriz do Pacto de Atenas, os sindicalistas debateram a atual conjuntura mundial e as perspectivas de luta da classe trabalhadora em todas as partes do mundo.

Para o presidente do SINDIPETRO-CE, Orismar Holanda, que participou do congresso, foi uma oportunidade para debater as mudanças ocorridas nos últimos dez anos no cenário político da América Latina, suas repercussões na política e na economia do Continente e ver de perto a situação da classe trabalhadora na Asia e Europa onde o neoliberalismo insiste em impor mudanças desfavoráveis a classe trabalhadora com redução de direitos trabalhistas e previdenciários e os impactos negativos nas economias dos países centrais.  

Pacto de Atenas
O Congresso teve como base o conteúdo do Pacto de Atenas, documento elaborado pela FSM com a colaboração de suas entidades filiadas.

O Pacto de Atenas está dividido em sete partes. Na Introdução é feita uma contextualização do período entre o último Congresso da FSM  realizado em 2005, em Havana, e os dias atuais.Os três primeiros capítulos abordam, pela ordem, a crise econômica internacional, os principais problemas trabalhistas ao redor do mundo e as atividades da FSM nos últimos anos.
A parte final do documento trata dos objetivos dos trabalhadores classistas para os próximos anos. Em seguida aborda a importância da política de organização da FSM e, por fim, elenca as tarefas que cada entidade terá pela frente a partir desse Congresso.
A FSM, como se sabe, foi fundada em 3 de outubro de 1945, logo depois do fim da II Guerra Mundial. Sua constituição foi uma resposta unitária dos trabalhadores para defender os seus interesses em um mundo em reconstrução.
* * *
Para ler a íntegra do Pacto de Atenas, acesse http://www.wftucentral.org/.

FONTE:  RADIOPIAO 1008

quarta-feira, 20 de abril de 2011

ATENAS - GRÉCIA



SINDIPETRO/CE participa do 16º Congresso da Federação Sindical Mundial


       Com a participação de 881 delegados representando 108 países, a Federação Sindical Mundial (FSM) realizou o seu 16º Congresso Mundial de Trabalhadores, entre os dias 6 e 10 de abril na cidade Atenas, capital da Grécia. Sob a diretriz do Pacto de Atenas, os sindicalistas debateram a atual conjuntura mundial e as perspectivas de luta da classe trabalhadora em todas as partes do mundo.

Para o presidente do SINDIPETRO-CE, Orismar Holanda, que participou do congresso, foi uma oportunidade para debater as mudanças ocorridas nos últimos dez anos no cenário político da América Latina, suas repercussões na política e na economia do Continente e ver de perto a situação da classe trabalhadora na Asia e Europa onde o neoliberalismo insiste em impor mudanças desfavoráveis a classe trabalhadora com redução de direitos trabalhistas e previdenciários e os impactos negativos nas economias dos países centrais.  



Pacto de Atenas
O Congresso teve como base o conteúdo do Pacto de Atenas, documento elaborado pela FSM com a colaboração de suas entidades filiadas.

O Pacto de Atenas está dividido em sete partes. Na Introdução é feita uma contextualização do período entre o último Congresso da FSM  realizado em 2005, em Havana, e os dias atuais.Os três primeiros capítulos abordam, pela ordem, a crise econômica internacional, os principais problemas trabalhistas ao redor do mundo e as atividades da FSM nos últimos anos.
A parte final do documento trata dos objetivos dos trabalhadores classistas para os próximos anos. Em seguida aborda a importância da política de organização da FSM e, por fim, elenca as tarefas que cada entidade terá pela frente a partir desse Congresso.
A FSM, como se sabe, foi fundada em 3 de outubro de 1945, logo depois do fim da II Guerra Mundial. Sua constituição foi uma resposta unitária dos trabalhadores para defender os seus interesses em um mundo em reconstrução.
* * *
Para ler a íntegra do Pacto de Atenas, acesse www.wftucentral.org.

XVI Congresso da Federação Sindical Mundial - ATENAS - GRECIA



No dia 06 de abril, recebemos via e-mail, direto de Atenas, informações do companheiro ORISMAR HOLANDA sobre a abertura do XVI Congresso da Federação Sindical Mundial. Vamos publicar a seguir, algumas fotos do evento e a íntegra da carta que ORISMAR nos enviou.

Atenas, 6 de abril de 2011


Prezados Companheiros e Companheiras,


Nesta quarta-feira, 06/04, teve início em Atenas na Grécia o XVI Congresso da Federação Sindical Mundial (FSM), com a presença de mais de 800 delegados, representando 104 países e 80 milhões de trabalhadores filiados. Mais de 4000 pessoas, entre delegados, observadores, convidados e militantes da PAME (Central Sindical Grega) lotaram um dos Ginásios Olímpicos de Atenas para dar inicio aos trabalhos do maior e mais representativo Congresso da FSM que tem como tema:
PACTO DE ATENAS - Trabalhadores levantem-se! Contra a barbárie capitalista, pela justiça social, por um mundo sem exploração.

A CTB esteve presente no evento inaugural com uma expressiva delegação. Entre os integrantes da delegação da CTB eu e o Márcio Dias do SINDIPETRO-RN estávamos presentes representando os petroleiros brasileiros. Cabe justificar aqui que o camarada Aldemir Caetano não pode se fazer presente na abertura porque a empresa aérea lamentavelmente atrasou o voo. O Congresso começou nesta quarta-feira e terminará no próximo dia 10. 


        
Na cerimônia de abertura foi apresentado um vídeo dedicado aos 65 anos de fundação da FSM, sua contribuição ao movimento sindical internacional e sua luta ao lado dos trabalhadores e contra a exploração, o imperialismo, o nazi-fascismo e o colonialismo, demonstrando num grande e emocionante ato político a força da concepção classista, democrática e combativa da FSM, seus dirigentes e militantes.

Na oportunidade, também, foi lançado o documento base do Congresso denominado de Pacto de Atenas que contém as propostas que serão debatidas e deliberadas no transcorrer do Congresso. O Documento denúncia os altos níveis de desemprego tanto nos países subdesenvolvidos como nos desenvolvidos e propõe uma campanha internacional para reivindicar 35 horas de trabalho semanais sem redução dos salários como uma das alternativas para combater o desemprego. Denúncia, também com muita força os ataques contra a liberdade sindical e a democracia que tem sido cometidos por diversos governos, notadamente dos EUA, Europa e na América Latina, especialmente na Colômbia com o assassinato de milhares de sindicalistas.

Durante a abertura do Congresso todos os oradores criticaram duramente o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (BM) que insistem em apresentar as velhas e ultrapassadas teses  neoliberais para combater a crise capitalista. Sobre essa questão o secretário geral da FSM, George Mavrikos, qualificou de verdadeira guerra suja as tentativas dos governos em buscar soluções para a crise econômica mundial atacando os direitos dos trabalhadores. Ele destacou que "Todos os governos capitalistas, tanto os neoconservadores como os social-democratas, em cooperação e em meio às dificuldades insuperáveis que têm para gerenciar a crise, têm passado a um ataque sem precedentes de demolição dos direitos e lucros trabalhistas, atacando os salários, a seguridade e os direitos sociais e, os convênios coletivos de trabalho”. Concluiu observando que “Os levantes populares no Egito, Tunísia, Argélia, Iêmen e Bahrein, mostram que os povos estão acordando e têm o poder para defender seus direitos, ressaltou.

Por sua vez o presidente da FSM, Μuhammad Shaaban Azouz, fez uma saudação a todos os presentes na abertura oficial do evento e criticou os EUA e as Otan pela política beligerante que tem desenvolvido no oriente médio e citou os casos do Afeganistão, Iraque, Palestina e mais recentemente os ataques ao povo Líbio e, também, lembrou o bloqueio criminoso imposto pelos EUA contra Cuba.

O ato político de abertura do XVI Congresso da FSM foi sobretudo um momento de internacionalismo e solidariedade às lutas de todos os povos, especialmente, dos trabalhadores contra o imperialismo e a barbárie capitalista, reafirmando a postura progressista, combativa, classista e democrática da FSM que sempre esteve a frente do combate a essas questões.

Saudações a todos(as).



 Orismar Holanda (SINDIPETRO-CE/PI) e Márcio Dias (SINDIPETRO/RN)